27 setembro 2011

Ameniza-me a dor, escrever-te. E escrevo-te, todos os dias, todas as vezes que sinta saudades, todos os momentos em que possa ter algo a dizer-te e que a falta de coragem não deixe. É como um comprimido para a alma. Como se um peso enorme me largasse o coração. Na tua ausência, é tudo o que sempre me fará melhor, escrever-te. Contigo ou sem ti. Com muito ou pouco para dizer, mas sempre com o coração cheio de amor.

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