13 outubro 2011

infinito de amor.


E o que interessa quantas luas já vimos juntos, se a magia é sempre maior cada vez que olhamos o céu em conjunto? É como se tivéssemos poder sobre o céu, ou o céu sobre nós. O meu coração fala verdades e diz que não importa o tempo. As noites, em que já partilhámos tudo, nem os dias que vivemos de saudade. Já foram começos sem fim, e fins infindáveis que recomeçaram de novo. Já foram partidas sem volta, onde voltámos sempre à estação que nos juntou. Somos amor eterno, e disso não restam dúvidas.  Mesmo que tudo termine amanhã, mesmo que partas sem volta ou eu nos deixe cair no esquecimento. 
Quando os teus lábios tocaram os meus, naquele dia 10 de Junho, de há uns anos atrás, o sol gerou um infinito por detrás das nuvens. Sorriu, e decidiu que o infinito seria o nosso sempre, e que eu seria tua depois de todos os verões passarem. Sempre que as delicadas nuvens cobrissem o brilhante sol e todos os comboios tivessem chegado ao seu destino. E é disto que vive o nosso amor, de amor, e sempres. Mais Sol e nuvens, e chuvas e arco-iris. De ti, de mim, e da força das estrelas.

2 comentários:

mary disse...

tão doce!<3

APF disse...

eu vou torcer querida :) e não tens de agradecer, tou sempre aqui <3