Hoje vou deitar-me cedo, e adormecer juntamente com os teus sonhos. É tão bom saber, que hoje, és tu quem me espera. Está frio, e eu preciso muito do teu aconchego para me sossegar esta alma, que se tem mostrado tão irrequieta. Amanhã é feriado, começa dezembro, e começa o meu fim-de-semana super prolongado. Amanhã, só poderei ser feliz. big kiss.
30 novembro 2011
29 novembro 2011
27 novembro 2011
treta.
Que fim-de-semana mais estúpido, passado a estudar e a dormir, com o bonito tempo que esteve. É a isto que eu chamo desperdício de vida! E nem vontade para escrever tive, o que me faz sentir ainda mais estúpida e vazia. Amanhã é segunda-feira, e eu já só quero as minha férias, no meu Algarve com a minha maltinha. Que saudades..
26 novembro 2011
25 novembro 2011
pergunto-me
Como podemos ser tão próximos e tão distantes? Tão tudo e tão nada? Tão hoje, tão amanhã? Como podemos tocar a perfeição e logo a seguir tropeçar numa pedra? Como podemos ser tão fortes e tão fracos, a ponto de nos magoarmos sem qualquer razão? Somos diferentes do Mundo, e diferentes de nós próprios. Ou se calhar demasiado parecidos. No fundo, acho que nem sei o que somos. Mas somos.
24 novembro 2011
fuuuuuu!
Parece que hoje todos tiraram o dia para me roubar a paz, essa que eu tanto preservo e respeito. Tal como o meu espaço, que já por si, é muito pequeno. Hoje não consigo respirar aqui. Está cheio de barulho, confusão, quase desfeito, com tanto alarido. Sinto falta de tanta coisa, e sossego, neste momento tornou-se o maior dos meus desejos. A minha cama está ocupada, e os meus ouvidos a rebentar. Por incrível que pareça, queria estudar, e nem isso posso. Levem-me daqui.
23 novembro 2011
cada vez gosto mais do meu cão.
Hoje parece ser um dia mau, não que seja muito diferente dos outros, mas o meu estado de espírito não está nos seus dias. Na verdade, estou cansada de me desiludir com as pessoas. De pensar uma coisa, imaginar uma coisa, e no fundo ser sempre tudo ao contrário. Acho que acredito demais que existam corações puros como o meu, mas com este conjunto de pessoas falsas a entrar e a sair da minha vida, já me apercebi que dificilmente alguém possa conter um. Não devia confiar em ninguém, não devia dar tudo para ajudar os outros e vir a saber que quem se senta ao meu lado, são os meus maiores inimigos. Vou transformar o meu coração numa pedra. Estou farta de pessoas.
22 novembro 2011
o amor não pode ser clichê.
Que clichê pedir-te que fiques comigo para sempre. Mas é tão puro o desejo de querer tocar o infinito contigo, de caminhar entre as gotas da chuva e não ter medo de me molhar, de ver as ondas rebentar e não sentir receio que o mar me leve. Quando seguro a tua mão, sinto o poder de mil homens, na pele de apenas um. Olho-te nos teus olhos cor de avelã e tento decifrar o que te traz até mim, mas perco-me rápido. É um olhar tão profundo, tão meigo, tão delicioso, que me deixa hipnotizada e sem conseguir reagir. Transformas o horror em beleza, e a minha vida na história mais bonita. E posto isto, o clichê já deixou de ter importância e o amor prevaleceu.
21 novembro 2011
tenho pena de não te poder acompanhar.
Enquanto dormes, eu vou fazendo a minha vida,
quando acordas para viver, já eu adormeci.
quando acordas para viver, já eu adormeci.
miss u mom, dad.
Mãe, não imaginas as saudades que tenho tuas. Sei que nunca to disse, mas sinto-o mais a cada dia que passa. Há já mais de 2 meses que não nos vemos, que tu não me esborrachas com beijos e que não discutimos por sermos tão parecidas. Sinto muito a tua falta. Tua e do Pai. Nos momentos de aflição, dou por mim a chamar-te baixinho, a aclamar o teu colo e o teu abraço. Sempre foram as pessoas que mais me apoiaram e eu gostava tanto de vos ter já aqui ao lado. De poder visitar-vos sempre que o coração desejasse, sempre que sintisse saudades da tua comida, mãe, e dos bolos de chocolate que o Pai me levava todas as noites, juntamente com um copo de leite. Falamos todos os dias, uns mais que outros, mas nem por isso as saudades deixam de existir. Nem por isso os buracos tapam e este vazio que se faz sentir cada vez que parto de vocês, desaparece. E às vezes eu paro, e penso, será sempre assim? Ficarei para sempre destinada a ter-vos longe, limitando-me a visitas de 3 em 3 meses? Não sei se consigo. Não sei se quero, mas também fui eu que assim preferi. Desculpa-me Mãe, sei que não sou a melhor filha do mundo, mas tenho-vos a toda a hora no coração, e vocês são o meu maior orgulho. Love you mom, love you dad, always.
blog.
Desbloqueei o meu antigo blog para quem o quiser ver ou reler, mas não vou voltar a escrever por lá. Estou aqui, e vou ficar aqui. Um dia o Love, always Love vai ser tão ou melhor que o Pretérito Perfeito, tenho esperança.
19 novembro 2011
Para a Aurora.
Até eu, minha pequena. Até eu. Abro mil vezes esta janela e não me consigo sentir em casa, escrevo palavras soltas e não consigo ter sentido no que digo. Tenho tantas saudades do meu verdadeiro lugar, do meu Pretérito Perfeito. Nele, o meu coração abria-se sem receios e tudo o que dizia se tornava mágico. Aqui não. Aqui as palavras não saem, e aqui as pessoas não entram. Aqui, parece que uma corrente me prende e a minha cabeça fica limitada a nada, ao vazio. Gostava de conseguir tornar-me igual ao que um dia fui, de saber decifrar-me com facilidade e não me esconder atrás de qualquer coisa, que nem eu mesma sei dizer o quê. Eu já quis voltar, eu já tentei voltar, mas a porta fechou e eu perdi a chave, ainda tento abri-la, mas a morada é inexistente, e é-me impossível ter tudo o que fui, de volta. Tenho pena, ó como tenho pena! É como se me tivessem levado o meu eu passado, as minhas doces memórias. Quando mudei de sitio, foi por ter dado demasiada importância e opiniões de pessoas vazias, também por roubos de alma que me levavam constantemente à desilusão. E agora vivo aqui, nesta casa com tão pouca vida. Onde poucos me procuram, porque se calhar, os pequenos que me seguiam perderam o meu paradeiro. Se fosse hoje, não teria feito tudo isto. Se fosse hoje, não teria abandonado as minhas raízes. Um até sempre, Meu Pretérito Perfeito.
É tão mais fácil o passar dos dias ao teu lado, dividir a minha alma contigo e partilhar cada segundo de Vida. Se o caminho me custar, vens tu e dás-me a mão, caminhas ao meu lado dividindo a tua super força comigo. Se o frio me congelar, és tu que me apertas com o teu corpo encostado ao meu, e me aqueces a pele. Quando não consigo adormecer, és tu que me embalas, és tu que me mexes no cabelo, pedindo delicadamente que tenha uma boa noite, e que adormeça. E quando eu quero desistir, és tu, és tu que me puxas, e me dás toda a força do mundo. Se não existisses tu, existia eu, muito mais fraca, muito mais vazia.
18 novembro 2011
quero-te sempre, e não só às vezes.
Consegui sentir o teu calor, passados alguns dias. Consegui trazer-te para perto, dizer-te tudo o que estava a ferir-me o coração, e abraçar-te com força. Talvez por ser sexta-feira, e à sexta-feira ser sempre tudo tão diferente em nós. Ou por teres percebido o quanto andas a ser errado comigo, por me matares sem qualquer razão. Tudo bem que não é Natal todos os dias, mas o amor também não tira folgas. Pelo menos, o meu não.
17 novembro 2011
como doeu.
Voltei a sonhar que partias. Ao abrir os olhos procurei-te, ansiosamente, do meu lado, e tu não estavas lá como sempre havias estado. Tu não estavas lá para receber a minha dor e para me dar o teu abraço. Tu não estavas lá para me tirar os medos. Tu não estavas lá.. Talvez já tenhas partido e eu não tenha dado conta.
Opto quase sempre por não permanecer no silêncio. Digo muito do que me incomoda, e quando não me estou a sentir bem. Mas agora, agora mudei de ideias, e cansei-me de pôr tudo às claras. O meu silêncio e a minha solidão são mais acolhedores que o resto. Hoje deitei-me por volta das 9h da noite, e ao tempo que isso não acontecia. Fi-lo para bloquear o pensamento, e o coração. Fi-lo porque a vida está-se a tornar novamente num pesadelo, e prefiro perder-me em sonhos do que vivê-la. Por um lado, trouxe a minha escrita de volta, e isso é bom, por outro, leva-o cada vez para mais distante de mim, e isso é mau, quando nada mais mudou a não ser a atitude dele. E assim me afasto, deixando-lhe todo o poder, para fazer seja o que for.
16 novembro 2011
a lua mudou.
Às vezes só gostava de um bocadinho mais de compreensão. Que se sentassem ao meu lado só para me ouvir, e me dessem um abraço só porque sim. Gostava também que as tuas atitudes não mudassem consoante a lua, e que o teu principal interesse fosse o mesmo que o meu: fazer-nos felizes. Mas é claro que eu sempre fui mais nós que tu, é claro que eu sempre me preocupei mais que tu, e é claro que é a mim que me magoa cada vez que o nosso amor balança. Voltam os dias em que só me apetece olhar o tecto do quarto e deitar lágrimas cá para fora. Voltam os dias em que a tristeza me invade, depois de toda a harmonia em que estava a minha Vida. Não podemos estar muito tempo felizes, penso eu.
Restam-me agora 4 horas de sono, e vou finalmente deitar a cabeça na almofada, e tentar adormecer todos os medos e sentimentos maus. Amanhã é outro dia, mesmo nublado e cheio de chuva, mesmo com pouco amor e muita saudade. Até amanhã.
15 novembro 2011
14 novembro 2011
que dia.
Estou exausta. É incrível como os dias de chuva me cansam mil vezes mais do que os dias de sol. Não sei se é dos tons acinzentados que os meus olhos odeiam, ou de ver as pessoas a correr entre as gotas da chuva com medo de se molhar. A mim já não me afecta. Hoje apenas o barulho e a luz me incomodam. Entrei no autocarro a desejar chegar a casa, atirar tudo ao ar, receber um abraço forte e em seguida deitar-me no silêncio do meu quarto. Sentir a paz de novo comigo, e dormir um pouco. Assim o fiz. Queria ter-me mais vezes só para mim, e continuar as minhas viagens escola-casa no meu silêncio, na minha harmonia, com os phones nos ouvidos. Desligando do Mundo, somente a ver a chuva cair do outro lado do vidro. Mas não tem sido possível, quando finjo estar atenta às conversas que vêm até mim sem eu desejar, embora muitas vezes abanando a cabeça e desligando o pensamento. Talvez não seja de bom tom, mas dispenso. Não gosto de falar, nem que quebrem o meu bem-estar. Não gosto de pessoas a invadir a minha distância de segurança.
11 novembro 2011
felicidade.
Acabei de me aperceber que nunca devemos admitir que somos felizes. Nunca! Há sempre algo ou alguém que não suporta a nossa felicidade, a nossa plenitude, e irão fazer tudo para nos tirar o sorriso da cara. Às vezes até mesmo a Vida parece não gostar de nós. Tenho pena que o Mundo lá de fora seja feito de inveja.
10 novembro 2011
weekend with u.
É véspera de sexta e a felicidade já se começa a sentir. Repete-se todas as semanas, uma atrás da outra, e eu não me consigo cansar, cansar de ti. Não, nunca. Estou todos os dias contigo, mas sinto que só te posso ter ao fim-de-semana, quando as aulas não me ocupam a vida nem me roubam de ti. Quando eu posso ser somente tua. Vivo o fim-de-semana, como os melhores dias da minha vida, mesmo eles acontecendo todas as semanas, nunca um é igual ao outro. É sempre um mais perfeito que o anterior, chega ter-te comigo, gordinho.
palavras que fogem.
Não sei o que me tem afastado deste meu pequeno mundo, mas a verdade é que me sinto tão vazia cada vez que as palavras me fogem. A falta de tempo não pode ser desculpa para este vazio, ou se calhar até pode. Não sei, não gosto de escrever só por escrever, mas também não gosto de não escrever, nem de vos deixar assim. Acho que tenho saudades minhas, e ainda mais vossas.
08 novembro 2011
bad dream.
Um sonho, um mau sonho em que te vi partir sem mim. Em que eu perdi as forças e caí redonda no chão, com o coração e o os olhos alagados, com suores frios e medo. Não sei ao certo o que senti, mas sei que doeu. E agora sei que não estou nada preparada para te ver ir embora daqui a uns meses. Não estou. A ideia assusta-me, mais que qualquer outra coisa. Soube bem acordar, sentir que estavas ali, ver-te respirar e abraçar-te. Saber que foi apenas um sonho mau e que o meu coração estava na realidade muito quentinho.
06 novembro 2011
03 novembro 2011
02 novembro 2011
01 novembro 2011
See you soon.
Que estranho, ser eu a ficar e tu a ir embora. Normalmente, costuma ser ao contrário, tu a veres-me partir. E digo que custa bem menos quando algo nos espera do outro lado da viagem, do que ficar a ver o nosso amor ir embora, sem nada a que nos possamos agarrar para não tropeçar na vida. Desta vez, era eu do lado de fora, com vontade de me sentar ao teu lado e partir junto a ti. A poucos minutos do comboio partir ainda corri até aos teus braços, ainda abri a porta, subi as escadas e te dei o último beijo. Não me teria importado se os ponteiros do relógio acelerassem, as portas fechassem todas e o comboio começasse a andar naquele mesmo momento. Não seria a primeira vez, que largaria tudo por ti, mas não podia fazê-lo. Agora resta-me esperar-te com todo o meu amor, por ti. Até depois.
Miss you Pretérito Perfeito.
Sabem uma coisa, tenho saudades do meu antigo blog, e sinto que este nunca lhe chegará aos pés. Talvez a culpa seja minha, que já não sei dar brilho às minhas palavras, talvez..
good luck.
Daqui a umas horas estou a ver-te partir. Dois dias e duas noites sem ti, e eu já não me consigo lembrar do que isso é. Na verdade, não me quero lembrar, porque quando tu não estás, a minha vida muda, a luz apaga-se e o silêncio isola-me de tudo e todos. Não gosto de sorrir sem ti, não tem a mesma magia nem o mesmo brilhar. Sei que serão assim os próximos dias. Mas quero que vás, e quero que leves a sorte contigo. Quero que não te esqueças que estou aqui, a torcer para que tudo te corra bem. Tenho muito orgulho em ti, só por sentir que queres mudar a tua vida de alguma maneira, e eu serei sempre quem mais te apoiará. Mesmo sabendo que daqui a uns poucos meses podes estar longe, muito longe, e que eu poderei sentir tantas saudades tuas, a ponto de não me querer mais neste sitio, sem ti. Esperar-te é fácil, mas leva sempre demasiado tempo. Os minutos viram dias, e as horas viram meses. Sei que consigo, mas sei o quanto dói, e sei o quanto nos pode falhar o coração. Mas não pensemos nisso já, algo pode correr de maneira diferente, podes nem ter de partir depois..
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