22 novembro 2011

o amor não pode ser clichê.


Que clichê pedir-te que fiques comigo para sempre. Mas é tão puro o desejo de querer tocar o infinito contigo, de caminhar entre as gotas da chuva e não ter medo de me molhar, de ver as ondas rebentar e não sentir receio que o mar me leve. Quando seguro a tua mão, sinto o poder de mil homens, na pele de apenas um. Olho-te nos teus olhos cor de avelã e tento decifrar o que te traz até mim, mas perco-me rápido. É um olhar tão profundo, tão meigo, tão delicioso, que me deixa hipnotizada e sem conseguir reagir. Transformas o horror em beleza, e a minha vida na história mais bonita. E posto isto, o clichê já deixou de ter importância e o amor prevaleceu.

1 comentário:

Hapi disse...

Muito muito obrigada!