15 março 2012

Nas noites em que o coração está calmo, aquelas em que te deitas ao meu lado e me embalas até adormecer, eu fecho os olhos e penso no quão sortuda sou. Qual era a rapariga que todas as noites não desejava aquilo que eu costumo ter todos os dias, qual era a rapariga que não sonhava com o seu amor nos braços e um aconchego mais forte? Muito poucas, provavelmente. Porque é essa a melhor sensação do mundo, depois de um dia aterrador, poder cair no colo de alguém que nos ama e nos faz tudo por um sorriso, um pequeno sorriso que seja. Fui tão ingrata sem me aperceber, tenho-te tão perto e tantas vezes te dei tão pouco valor. Não sei como fui capaz, eu que sempre te estimei, eu que sempre te amei. Não se repetirá, amor.

1 comentário:

Violeta Soares disse...

Olha, eu sou essa rapariga que sonho em poder tê-lo comigo todas as noites, todos os dias. Poder chegar a casa e enterrar a cara no peito dele enquanto esqueço o quão péssimo foi o meu dia. E não passam de sonhos. Pois são raras as vezes que isso me é possível. Lembra-te de mim se te ajudar. :p
Mas não penses que foste ingrata. Tens-lhe dado todo o amor que tens em ti, não duvido disso. ;)