30 junho 2012

Como desistir de algo que amamos mas que no fundo não nos faz feliz?

Teorias minhas.

Pelo que tenho vindo a observar ao longo dos anos, cada vez tenho mais a certeza de que as pessoas são idênticas àquilo que comem, onde os seus alimentos perferidos definem a sua personalidade. Uma pessoa que goste de sabores amargos é, quase certamente, uma pessoa amarga. Pelo o contrário, uma pessoa que adore os sabores mais doces, será muito possivelmente uma pessoa mais doce. Posso estar enganada, mas tenho vindo a constatar isto muito regularmente. 
O que eu queria mesmo este verão, era companhia para ir ao SW!

distance.

Avizinham-se dois meses complicados. Bons para a alma, mas complicados para os corações de quem ama. Para nós, que vamos estar separados. Para nós, que já não sabemos viver isolados um do outro. Os dois meses que aí vêm vão ser uma incógnita para nós. E tu, meu amor, promete que não nos vais deixar morrer, e que toda a distância só nos fará bem. Promete. Promete que vamos sobreviver à erosão do tempo e voltar ao céu juntos, como dois anjos. Eu prometo escrever-te todos os dias, como num diário dedicado a ti e ao nosso amor. Prometo não te abandonar, e esperar ansiosamente pelo o dia do nosso reencontro. Acredita em nós. Eu também vou acreditar. 

29 junho 2012

Devo ser a única pessoa que, em vez de ganhar, perde seguidores.

Mode: Happiness!

A felicidade só é pura quando a vida já não nos preocupa.

28 junho 2012

Que boa a sensação de dever cumprido! Acabei o meu verdadeiro primeiro ano, visto que o ano passado não serviu de grande coisa a nível de formação. Hoje chegam elas, as minhas queridas férias. Sejam muito bem vindas.

27 junho 2012


Não sou de falar deste tipo de coisas no blogue, mas há poucos dias descobri o filme da minha vida. Já há muito tempo que ouvia falar no "Into the Wild" e tinha bastante curiosidade em vê-lo. Foi então, que numa destas noites, enquanto a lua se perdia nas estrelas, e eu não tinha nada para fazer, nem sono para dormir, lembrei-me de o ver. Foram duas horas e meia de filme, mas digo que valeu cada segundo. Não só adorei, como vi naquele rapaz uma força que poucos têm, a força de querer chegar ao Alaska e viver somente da Natureza. É simplesmente genial, mas tem um final triste, pois a Natureza acaba por matá-lo. São estes os melhores filmes. Para não falar na banda sonora, toda ela cantada pelo meu querido Eddie Vedder. Recomendo a todos.

24 junho 2012

Uma semana depois, estou de volta. Já sem aulas mas ainda com muito que fazer. Parece que tive meses afastada do meu blogue, e que dor no coração isso me provoca. A partir de dia 28, tudo muda. Eu, inclusive.

16 junho 2012

Preciso mesmo sair daqui, deste barulho e desta desorganização de pessoas e coisas. Sinto tanta falta da calma da minha casa pela manhã, e do pequeno-almoço na varanda debaixo do céu azul.

15 junho 2012

Não podia ficar indiferente a isto.

"Alguns namorados discutem dia sim, dia não. Na sexta amam-se, no sábado odeiam-se, no domingo fazem as pazes, na segunda prometem nunca mais se ver. São amores movidos à adrenalina, que rendem bons versos e letras de música. Muitos destes casais conseguem chegar ao altar e continuam entre chapadas e beijos até às boda de ouro. Discutem e voltam tantas, mas tantas vezes, que na verdade chegaram a se separar. Deixa que digam, que pensem, que falem. O amor é lindo."

Amores.

Dizem que o primeiro amor é inesquecível, mas eu discordo. Todos os amores são inesquecíveis a partir do momento em que se tornam amores. Vivemos cada um deles como se fosse o primeiro e o último, pois pensamos amar sempre mais e até ao fim das nossas vidas. O amor continua a ser o mesmo, talvez entregue de formas e maneiras diferentes. As pessoas mudam, o amor não.
Hoje é sexta-feira, e nem isso me deixa mais feliz. As sextas feiras eram o nosso dia, agora já nem existem dias.

14 junho 2012

As lágrimas são o reflexo da minha raiva.

I'm tired.

Estou cansada. Muito. A minha vida já não tem ponta por onde se lhe pegue. A minha cabeça pesa como se levasse chumbo por dentro, esse que me impede de reagir logicamente e de acordo com o correcto. Estava capaz de acabar com tudo e não voltar cá mais, a esta casa, a este sufoco. O amor não pode ser o mais importante de tudo. Mais do que os valores. Mais do que os meus sonhos. Não pode..
Acho que não sabes, mas sinto falta das noites em que nos deitávamos debaixo da lua. Cobertos por fumo de cigarros ou da fogueira acesa, junto ao rio. Ali ficávamos em espera do amanhecer, em espera que o Sol raiasse e nos beijasse a alma. O frio arrepiava, mas aliviava saber que me abraçavas. Saber que me cuidavas com o teu amor escondido, que na altura pensei estar morto e enterrado. Nunca esteve. E hoje, quando tento avistar esses tempos, vejo-os tão longe que já nem me recordo da minha dor. Felizmente! Sei que durante três longos meses também eu estive morta, tal como o nosso amor, também eu deixei de ter coração e limitei-me a não pensar, a não sentir. Caminhava anestesiada pelas ruas de calçada antiga e imaginava que apenas terias viajado para longe, e que brevemente estarias de volta. De certa forma, acho que foi o que aconteceu. Quiseste conhecer novos lugares, novas pessoas, mas sabe-te sempre bem voltar a casa. E voltas. Porque o meu coração é a tua casa, é o sitio onde melhor te deitas, aconchegas, e adormeces. Como um anjo. Generoso e ternurento, como um anjo na sua nuvem.

13 junho 2012

Muito sinceramente, estou farta de pessoas.
Daqui a duas semanas prometo ser inteiramente vossa, mas por agora vou-me encher de speed e tentar acabar todos os trabalhos a tempo e ainda conseguir estudar. Desculpem-me seguidores lindos.

09 junho 2012

Os teus olhos são infinitos, como céu.
O teu toque arrepia, como areia e vento.
O teu corpo cheira a mar, e faz-me desejar ficar. Ficar.
Só quero viver em ti para sempre.
Não espero que mudes, nem quero que o faças. Espero só atitudes boas perante coisas más. Espero que estejas sempre quando eu precisar de ti, nem que seja só para me ouvires gritar contigo e tu sorrires-me no minuto a seguir, acabando com a minha raiva. Vai fazer a diferença. Vai sempre fazer a diferença ter-te comigo. És o meu bem mais lindo.

08 junho 2012

vende-se


Gosto de comprar coisas pela Internet, e já o fiz bastantes vezes. Mas nisto corremos sempre o risco do produto não ser o esperado, ou no caso de ser roupa ou sapatos, não ficar bem ou não servir. Bem, e desta ultima vez a coisa não correu mesmo como eu queria, pois comprei estes óculos, redondinhos, bonitinhos como se usa agora, e como gosto de ser diferente aventurei-me a compra-los com 6cm de diâmetro (ou seja, são granditos) e estava super ansiosa por recebê-los e hoje que finalmente chegaram fiquei triste, não gostei nada de me ver com eles, porque na verdade são poucos os óculos que realmente me assentam bem. Por isso quero vendê-los. Se alguma menina por aqui estiver interessada, é só dizer. São 12€ com portes incluídos.
Não há amor como o nosso, disso tenho a certeza. Obrigada por ainda fazeres tudo por um sorriso meu.

07 junho 2012

A viagem está marcada, e já não há volta a dar. Volto para casa dia 3 de Julho e vamos mesmo ficar um Verão intereiro separados. Fuck the distance! 

05 junho 2012

Só  mesmo a minha mãe para me ligar a meio de uma aula, apenas para dizer que tinha saudades minhas. Miss you momy! loveyou!

04 junho 2012

Antes, quando eu era uma romântica incurável, uma menina de olhos brilhantes e sorriso doce que passava os meus dias a escrever-te, sentada na cama ou no chão, com o velho caderno de capa dura no colo e a caneta de tinta permanente na mão. Escrevia tantas vezes o teu nome, e tantas vezes que te amava, como se temesse esquecê-lo, como se fosse possível esquecê-lo. Eu não me importava com a distância que te levava de mim, eu não me importava com o tempo, que demorava e não passava. Eu tinha uma certeza, que o nosso amor era especial, que eu nunca me tornaria indiferente, como as outras. Que tu nunca conseguirias ir embora sem voltar. Eu sabia que aquilo que vivêramos não ficaria esquecido no fundo do baú, e esperava, por ti. Sempre.
Hoje, não sou mais a mesma menina, doce e amorosa como fui em tempos. Não sou mais a menina que todas as raparigas gostavam de ler e se deliciavam com o meu amor por ele. Não sou mais, e não sei quem sou. O amor é o mesmo, o coração é o mesmo. Ainda te costumo esperar, sempre que partes sem aviso prévio. Mas a vida mudou, e eu mudei com ela. E tenho saudades, tantas quantas as páginas dos meus cadernos, escritas com, e por amor. Saudades da magia da minha alma, que se perdeu. Sem eu saber onde, nem porquê.
Tenho muitas saudades da minha escrita, e quero muito que ela volte a ser o que era. Não sei se consigo.
Estou a morrer para que terminem as minhas aulas, os meus trabalhos, os meus exames e que eu possa voltar para o Algarve. Este sufoco está a tornar-se uma tortura. Acho que nunca ansiei tanto umas férias como agora, agora que cada vez mais noto que a minha presença nesta casa é tão pouco importante. Estou a ponderar sair daqui no próximo ano lectivo, mas tenho medo até que ponto isso possa ruir a minha relação com o D. (ou quem sabe melhorar). Mas depois penso nisso. Agora quero muito rápido despachar tudo, passar a todas as cadeiras e ir embora, mesmo sabendo que as saudades vão ser horríveis, e que talvez fique dois meses sem o ver.

03 junho 2012

Eu costumava dizer que te amava acima de tudo, acima do Mundo. Mas hoje percebo que isso não pode ser. Mesmo que o amor seja enorme e avassalador, eu tenho que gostar mais de mim, do que de ti. Eu tenho de viver por mim, agir por mim, não por ti, e seguir o meu caminho. Tu acompanharás-me, se assim entenderes, se não, eu terei de seguir sozinha e perder o medo. Já esperei demais, demais..

02 junho 2012

Hoje foi dia de esquecer a vida, e dormir. Dormir para não sentir. Dormir para anestesiar. Há quem beba, e quem se drogue. Eu adormeço, e sonho. Pena o acordar ser sempre demasiado penoso. Mas eu prefiro sonhar, do que viver.
Já tentei. Não tento mais.
Estou com os olhos inchados de tanto chorar. Desculpa-me pelo meu egoísmo.
“Escrevo para evitar espaços vazios no peito.”
Quero acreditar que a nossa vida um dia vai ser diferente. Que vamos acordar à mesma hora, vamos rebolar pelas paredes até chegar ao banho e depois, tomar o pequeno almoço juntos, todas as  manhãs, como uns eternos namorados, apaixonados. Pela hora do almoço receber uma mensagem tua e ansiar por te cair nos braços ao final da tarde. Quero também acreditar que vamos poder ter sempre tempo um para o outro, sem desculpas nem pretextos. Que me vais esperar sempre que me atrasar, e que vais abraçar-me do teu jeito desajeitado e tão doce sempre que o dia correr menos bem. Quero ser feliz contigo, fora desta casa, fora desta vida.