E já passou o meu primeiro mês de férias. Como passou rápido..
31 julho 2012
Sei que prometi escrever-te todos os dias em que estivéssemos assim, de almas distantes. Perdoa-me meu amor, por não o conseguir fazer. Já não tenho uma relação boa com as palavras, como em tempos tive. Elas já não fluem pelas minhas mãos, como outrora fluíam. Sinto-me inútil, nem escrever-te com amor consigo.
29 julho 2012
Vem rápido
Não consigo acreditar que, daqui a pouco mais de uma semana estarás aqui, deitado ao meu lado a beber café e a comer bolachas, e que ficarás comigo até ao final do Verão. Já me tinha habituado à ideia de só poder ter-te 4 dias em Agosto, e só depois em Setembro. Estou tão feliz.
28 julho 2012
Changes.
A minha vida parece estar a ganhar estabilidade, depois de semanas de constantes mudanças. Voltei de Madrid há dois dias, e mudei o meu quarto. Arrumei os diários do passado e agora, tenciono fazer tudo diferente. A alma sossegou, e eu espero-te o mais breve possível, com amor. missyou.
22 julho 2012
Stupid!
Queria poder dizer-te tudo o que sinto, e o quanto estou magoada contigo. Mas não posso. Não consigo. Não sei porque é que tens de ser o mais básico dos homens e não consegues perceber tudo pelas minhas atitudes, ou respostas. Os sinais são evidentes, e essa das mulheres serem complicadas, é uma verdadeira mentira. As mulheres são genuínas, e não gostam de dar parte fraca, directamente. Dão sinais, mandam flashs, atiram bocas, entende quem quer. Tu és homem, sabes perfeitamente o que se passa connosco, e comigo, não reages porque não queres, ou porque achas que tenho de ser eu a fazer tudo. Desta vez estás enganado, porque eu não vou mexer uma palha para salvar o nosso amor. Já fiz demais, e nunca serviu de nada. Esperarei agora pela a tua inteligência, se conseguires dar-lhe uso. Lamento, mas hoje apetece-me chamar-te burro, com todas as letras. Sabes que sou tudo o que tu queres, e mesmo assim arriscas-te a perder-me..
21 julho 2012
wee
Amanhã parto para o sul de Espanha, e segunda sigo para Madrid. Estou mesmo a precisar esquecer a minha vida.
20 julho 2012
desillusion.
Eu já não sei o que esperar de ti. Num minuto trazes-me um céu coberto de estrelas, em seguida atiras-me uma pedra para o caminho e fazes-me tropeçar. Odeio o sabor da desilusão, mais ainda quando se trata de ti.
19 julho 2012
florestas negras.
Olho da janela e vejo o céu coberto de fumo. Cinzas vêm pousar na minha varanda. Estou cansada destes acontecimentos, e revoltada com o mundo dos humanos. Como é que alguém consegue ter coragem de destruir a Natureza? Como conseguem sentir prazer, em fazer desaparecer o verde e o ar puro das árvores em troca de florestas negras? Não pode ser só acidente.
18 julho 2012
medo.
Não te digo, mas eu tenho medo. Morro de medo, todas as noites, que o dia amanheça e eu já não seja o que tu mais queres. Tenho medo que não me consigas esperar. Tenho medo do tempo, das brisas, das correntes. Medo. Somente, medo que os nossos corações se dissolvam nas nuvéns.
16 julho 2012
mistake.
Se calhar isto é tudo errado. Se calhar nós somos errados e somos mesmo feitos para estar longe um do outro. Mas prefiro não acreditar nisso.
infinitos.
O infinito do mar, lembra-me o infinito do teu abraço
O infinito do céu, lembra-me o infinito dos teus olhos
Tanto me perco, tanto te encontro
No mar, no céu, nos teus braços ou nos teus olhos
O meu sonho não acaba, nem o meu amor por ti
Queria muito ter-te aqui.
14 julho 2012
13 julho 2012
Torturas.
Umas vezes dói mais que outras, umas vezes custa mais que outras. Uns dias passam rápido, quase como poucos segundos, outros o relógio parece parar muitas vezes ao dia e a noite teima em não querer chegar. Os olhos demoram a fechar e o a corpo adormecer. São estes, os dias em que a lua desaparece e eu fico sem saber como dar-te o meu coração. São dias de tortura, de espera, de saudade infinita, em que não ter-te aqui se torna a maior das angustias, o maior dos pesadelos. Hoje só queria voar contigo, perder-me contigo. Ficar contigo. Ficar contigo, até sempre. Voa para mim, meu anjo.
Prometi falar-te todos os dias do nosso amor, das nuvens onde pousámos juntos ou do céu que já atingimos muitas e muitas vezes. Não quero que nada se perca. Não quero que a vida nos leve e que a distância destrua os laços. Somos a união da força, e sei bem que conseguimos tudo. Ainda só cá estou há uma semana, e sei que as outras que nos restam de corpos separados, ainda nos vão quase matar. Não quero morrer sem ti, por isso espera-me, tão ansiosamente quanto eu. Espera-me. Espera-me..
12 julho 2012
11 julho 2012
feitios.
Eu vivo no meu mundo, mundo à parte das pessoas ditas normais. Muitos sei que pensam imensas coisas de mim, sem nada saber. Dizem que pouco falo ou pouco socializo, pensam que tenho vergonha, que sou tímida, e outros até me acham aquele "pãozinho sem sal", sem nada de interesse. Em alguns aspectos, podem estar correctos, mas para isso eu tenho uma explicação. Essa que vocês, pessoas ignorantes, nem se preocupam em perceber. Não gosto de falar, por falar, não me impinjo às pessoas como muita gente, gosto de observar, e gosto muito do silêncio. Prefiro dizer uma coisa interessante, do que meia dúzia de disparates. C'est la vie.
10 julho 2012
09 julho 2012
Meu doce amor, não quero mais dizer que sinto a tua falta, e que a dor da saudade é enorme. Pois isso, nós já sabemos, e tocar na ferida só mal nos fará. Vamos vivendo, entre mensagens e carinhos, entre tons de voz doces e olhos profundos, que não se vêm, mas tocam-se, bem no fundo das nossas almas. Imagino-te todos os dias comigo, ao acordar e ao deitar, aconchegados numa nuvem de algodão doce. Desejo-te sempre uma boa noite e mando um beijo para a Lua. Ela entrega-to, do mesmo jeito que eu. Sempre vivemos de Luas, quando nos afastamos, falamos por mensagens de céu e conseguimos sentir que, do outro lado do mundo, ou somente do país, são entregues com a mesma doçura. Escrevi agora infinito nas estrelas. Olha e sente, como eu te quero, e te amo.
miss you.
Não sei dizer-te o porquê, mas escrever-te tem sido difícil. Talvez pela enorme dor que é ter-te tão longe da minha alma, quando o minha felicidade depende tanto de ti. Tenho tanta pena de não poder partilhar tudo isto contigo, de voar sem te ter ao meu lado, quando foste tu o anjo que me deu asas. Ninguém conseguirá perceber o quanto magoa cada quilómetro, e de certo, que quem inventou a distância, não sabia o que era o amor. Nem a dor. Nem a falta. Nem a saudade.
06 julho 2012
05 julho 2012
Without you.
Prometi escrever-te, todos os dias da nossa distância. E hoje o meu dia foi calmo, desapaixonante, como todos os dias sem ti. Nada tem o mesmo jeito, quando tu não estás. O vento arrepia-me a espinha, e faz-me desejar voltar a correr para os teus braços. E eu não sei o que fazer. Diz-me como conseguir suportar toda esta distância que te mantém longe do meu ar. Diz-me como pode ser possível viver, sem te ter. Ainda não tive coragem de visitar a minha/nossa varanda, pois ela lembra-me muito de ti, dos teus cigarros, e das nossas noites de Lua. Ainda não tive coragem de olhar as estrelas e imaginar-me sentada do teu lado. O tempo não será nosso amigo, e eu não sei como aguentar um coração assim, perdido e separado do teu. Mas tentarei dar(-te) o meu melhor.
Sei que te amo.
Sei que te amo, quando abro um livro e vejo nele as tuas palavras. Sei que te amo, quando oiço musica e escuto a tua voz. Sei que te amo, quando o Sol me aquece e eu sinto o teu abraço. Sei que te amo, quando olho o céu e te procuro sentado na Lua. Sei que te amo, e que me esperas, algures numa nuvem.
03 julho 2012
02 julho 2012
01 julho 2012
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