26 novembro 2012

Tenho-te a agradecer por não te calares e me fazeres ver que eu também erro. A verdade é que tu estás a fazer tudo para ser diferente, estás a tentar mudar por nós, e eu, eu continuo a julgar-te por tudo e por nada, muitas vezes até sem razão. Perdoa-me os erros, agora os meus. Amo-te.

24 novembro 2012

Vivo em sonho cada vez que o fim-de-semana chega, e eu te posso abraçar. Ficas tão bem na minha vida..

21 novembro 2012

E pior do que chumbar na primeira frequência do cadeirão do curso com 8, é chumbar com 9! É morrer na praia, sem conseguir chegar ao misericordioso 9,5 e ter de ir a exame porque as duas frequências não fazem media e é necessário ter mais de 9,5 em cada uma delas. É hoje que mato alguém!

20 novembro 2012

Tenho uma colega de casa que, ou é maluca ou come estupidez ao pequeno almoço! Não tenho paciência.

19 novembro 2012

Normalmente damos mais valor à dor porque a felicidade é distraída.

18 novembro 2012

Depois da tempestade, vem a bonança. E depois de 3h a chorar, vens tu e abraças-me e pedes-me para não partir. Nunca serei forte ao ponto de te dizer que não. Que já não te quero, que já não preciso de ti. És o melhor de mim, e o meu sol de domingo. A nuvem mais doce que me acalma e onde eu posso encostar a cabeça e flutuar. A verdade é que tento imaginar a minha vida sem ti, e apenas vejo um vazio. Um enorme vazio que me faria perder tudo.

17 novembro 2012

E o grande problema disto tudo és tu! Sempre foste tu. Tu e o teu sorriso lindo, que me faz sempre desistir de te esquecer.
Acho que perdi o amor pela escrita quando tu perdeste o teu amor por mim. Quando deixaste de me visitar. Quando me deixaste, aqui.. sozinha.

16 novembro 2012

Não quero pensar em ti. Não quero pensar que existes e que não consegues sequer lembrar-te de mim.

15 novembro 2012

Sinto falta de alguém que sinta a minha falta.
Hoje o dia está bonito. Na verdade, já faz algum tempo que o sol radia e aquece os dias. Estou com a janela aberta, e o ar quentinho abraça o meu quarto novo. Eu deveria estar feliz, mas nem consigo sorrir. Nem com o brilhar do sol, eu consigo sorrir, quando antes eu vivia da luz. Sinto-me congelada por dentro, um vazio profundo, como se nada existisse em mim, como se me tivessem roubado o coração num ritual qualquer, e agora eu fosse apenas um ser que vagueia, sem nada sentir. Nada se passou, mas hoje não sou nada mais que nada. Caminho sem rumo. Olho as pessoas, mas não as vejo. São vultos, apenas vultos. Eu também devo ser um. Sem brilho. Sem amor. Sem nada.

14 novembro 2012

Vivo em silêncio o meu amor por ti, e a dor que me mata quando imagino um futuro ao teu lado, e não vejo futuro algum. Tu não tens nada para me dar, o amor desvaneceu no tempo, e nem consegues sentir a minha falta. Não sei os motivos que te levam a encobrir um falso amor por mim, mas eu, como boa entendedora digo-te o que tu próprio sentes e não consegues admitir. Nem para ti, muito menos para o mundo, ou para mim. Já quis muitas vezes acabar de vez com esta dor, e deixar o que foi nosso para trás, aprendendo a viver um presente um sem o outro. Tu nunca deixaste, e eu, por te amar, sempre tentei mais uma, mais outra e outra vez. Muitas vezes, na esperança que fossem fases más, ou menos boas.
O pior que pode acontecer no amor, é o habito. E tu, meu eterno, estás tão habituado a mim que não imaginas qualquer outra a ocupar o meu lugar. Não imaginas mais ninguém a dar-te todo o amor que eu te dou, porque amar-te como eu te amo, pouco será possível. Mas onde fica a parte de que tu também tens de lutar por isto? Não sei mais o que fazer. Para ti apenas mudei de casa, e estou do outro lado da cidade. Para ti não é necessário uma mensagem de bom dia, ou um amo-te inesperado, porque apenas estou a uns quilómetros de ti. Mesmo que não me vejas uns dias, ou umas semanas. Nada importa. Eu não importo.

13 novembro 2012

O meu sonho de todos os dias é poder voltar ao meu paraíso o mais depressa que conseguir. Ainda me resta um mês de angustia e de espera. Mas conseguirei lá chegar. Gostava que voasses comigo até lá e partilhasses do mesmo sorriso, da mesma felicidade que me transborda, sempre que por lá pairo. Naquele lugar, onde todos os dias são Primavera, e todas as Primaveras são sonhos de arco-iris e de campos de dentes-de-leão e borboletas. O paraíso existe mesmo, e é tão doce.

12 novembro 2012

Uma taça de cereais e uma longa tarde de estudo, é o que tenho para hoje. 

10 novembro 2012

Nós precisávamos disto, anjo. Precisávamos de nos afastar, para não termos de destruir o amor. E foi o que fiz, mudei de casa. A tua ida para Inglaterra ainda vai demorar, e eu podia ter ficado perto de ti por mais uns meses. Podia. Mas optei por apenas te ter aos fins-de-semana e abandonei o nosso canto, saí como desculpa de me habituar à distância que iríamos ter no meio de nós daqui a uns tempos, mas com a realidade de podermos sentir falta um do outro. Não é facil, passar do 80 para o 8, e agora ver-me sozinha no mundo, numa casa gelada, apenas com duas colegas que ainda mal conheço. Cada noite é uma tortura, e uma vontade enorme de te trazer para mim e o desejo que seja imediatamente sexta-feira, para dormir no teu peito. Seremos fortes.
Este blogue precisa de uma reviravolta. E eu preciso de pedir desculpa por me isolar tanto e não responder a ninguém. Aqui no blogue, no meu telemóvel e até no facebook. Desculpem-me, seguidores e amigos. É o tempo, são as aulas, é a minha estupida vida. Mas eu estou bem.

07 novembro 2012

Começou uma nova etapa da minha vida. A solidão volta a abraçar-me e a ser das minhas melhores amigas.

01 novembro 2012

Daqui a 4 dias mudo-me para a casa nova. Estou ansiosa por, finalmente, poder ganhar responsabilidades e não ter de dar qualquer justificação a ninguém.