27 dezembro 2012

Esperança que morre.

Espera, esperança. Desisti de esperar. Esperar-te todos os dias. Esperar que venhas com a Lua pronto para me dar um sorriso, uma boa noite, ou um doce amor. Esta espera infinita que eu trazia sempre comigo, transformou se em pó, e hoje eu já não me importo. Quando vens, já não tremo. Quando vais eu já não choro. Não sei se te amo, na verdade. Pior, não sei se ainda te quero amar. E dói. Dói porque foste tudo, e hoje sinto que já não és nada. Nada do que sonhei, nada do que sempre desejei. Já não te espero, podes partir.

2 comentários:

Violeta Soares disse...

Oh minha linda, custa-me tanto ver-te assim, com tanto amor nesse coração lindo, a sofrer..
Depois de tudo o que fizes-te por vocês, depois de tanto sofrimento..
Percebo que estejas exausta e farta de lutar sozinha por um amor, mas e se ele apenas se está a afastar por medo da distância que vos espera? Por que não tentas falar com ele uma vez mais? Por que não o desafias a ir ter contigo ao teu mundo onde são ambos tão felizes?
Eu sei que não estou a par de tudo, mas também sei que na verdade tu não vais ser capaz de não ter esperanças. Aquelas que nem nós muitas vezes sabemos que temos...
Bom, isto tudo só para te dizer que nós estamos aqui contigo, força miúda!
Um beijo grande, desfruta ao máximo destas mini fésrias. :)*

Joana Castro disse...

Susana, eu acho que deves fazer o que for melhor para ti. Acho, também, que já tiveste demasiadas provas de tudo e já viste que, depois de tanto tempo, as coisas continuam iguais. Sabes a minha opinião, desde sempre! Sabes que, por mais que tentes, essa luta não pode ser unilateral, não podes ser sempre tu, tu e tu. Não resulta, faz-te ficar assim.
Eu quero muito que sejas feliz, e tu não o és há demasiado tempo!
Um beijo.