26 fevereiro 2013

desculpem se sou má pessoa.

Ok, eu sei que não sou de fácil socialização, mas tudo fica mais difícil quando vivo num antro de gente estúpida.

Goodbyes.

Soavam as três da manhã, naquele enorme relógio que orienta a cidade inglesa. Abracei-te com todas as minhas forças, disse-te o quanto te amava, e tentei ser forte. Mas o que é isso de tentar ser forte, quando se ama? O amor já é, só por si, o mais forte dos sentimentos. Mas tentei. Tentei com que a despedida não custasse tanto, e tentei que não percebesses que eu ia sentir demais a tua falta. Dei-te o ultimo beijo, e segui para o autocarro, de olhos molhados, de corpo gelado e a tremer, larguei a tua mão e entrei. Corri para a janela e vi-te ir embora. As lágrimas que tentava segurar, caíram. Ali. Naquele momento senti-me a perder a vida, ou aquilo que mais vida me dava. Senti que não sei se te voltaria a ver, e que aquela, poderia ser a ultima imagem que teria tua. Partiste. Eu parti. Esperemos agora que nada mais se parta.

25 fevereiro 2013

Foi só o primeiro dia, e a tua ausência já transformou a minha vida.

23 fevereiro 2013

Chegou o dia da partida, meu amor, e consequentemente, o dia da separação. Agora tu ficas, em busca de uma vida, e eu parto. Sem data prevista para o reencontro. Sem esperanças mentirosas no coração. Nós sabemos que vai ser difícil, ou quem sabe, até impossível. Vai doer, e as lágrimas vão cair. A saudade vai matar e o mundo quebrar-se, muitas vezes. Vai ser desesperante, mas, se não conseguirmos, fica na memória o grande amor das nossas vidas. A melhor memória de todas as memórias. Serás eterno aos meus olhos, meu anjo, mesmo que o destino assim não queira. Amo-te.

12 fevereiro 2013

let it snow.

Está a nevar por aqui!

08 fevereiro 2013

Viagens

Estou em Inglaterra pela primeira vez, mais propriamente em Swindon, uma das terras mais feias do Reino Unido, pelo que dizem. Eu não digo que seja feia, é só menos bonita. Na viagem para cá, tive de trocar de autocarro em Londres, o que deu para admirar um bocadinho a beleza daquela cidade, fiquei apaixonada, e nem sequer a vi de perto. Volto lá dia 19, com mais calma. Isto é giro, e não tem nada a ver com Portugal. As mentalidades são mais abertas, e as pessoas menos intrometidas. Um exemplo é que nenhuma casa aqui tem persianas, o que permite ver-se tudo para dentro quando as cortinas estão abertas. Acham que eles se importam? Nem eles, nem os vizinhos. Nas ruas, não podem dormir mendigos, o estado dá-lhes casa, quer eles queiram, quer não. Se estiverem a dormir na rua, são multados. Vêem-se pessoas diferentes em cada esquina, e não te impedem de trabalhar se tiveres 50 piercings e 500 tatuagens à mostra. Eu quero viver aqui! 

05 fevereiro 2013

Acredito que o destino seja traçado consoante as decisões que tomamos. Mas, não terão essas decisões destinadas a ser tomadas? Fico sempre na dúvida.

03 fevereiro 2013

O meu maior medo é desiludir aqueles que gostam e acreditam em mim. Acho que é o grande medo, de meio mundo.