24 março 2014

Mensagens que nos fazem sorrir, depois de chorar.

"(...) Eu sei que vais encontrar o teu caminho, e vai chegar o dia em que vais subir essa montanha de medos que se ergue à tua frente e ver um vale de prados floridos onde vais encontrar toda a paz que precisas para te sentires bem. Nunca desistas de ser feliz e segue o teu caminho dependendo de ti e só de ti, não mudes de rota e força, força sempre. (...)"

19 março 2014

São quase 3h da manhã, e os meus olhos enchem-se de lágrimas.. 

18 março 2014

Há gente que fica na história da história da gente

"Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer"

17 março 2014

Quando perdemos alguém, a vida trata de nos obrigar a ser fortes. A aguentar o sufoco, a aguentar o vazio, e a enfrentar tudo e todos, novamente sozinhos. Quando perdemos alguém, a vida torna-se injusta e obrigada-nos a achar piada aos sonhos que não voltarão a ser reais. Obrigada-nos a sorrir de palermices a que não achamos piada, apenas porque quem nos fazia realmente sorrir, já não está. Já cá não mora. E temos de agir como se nada fosse, para não sermos acusados de loucos - ou apaixonados, diria eu. É isto que é a vida, ganhar e perder? Sorrir e chorar? Tropeçar e continuar o caminho, sem nunca olhar para trás? Confesso que olho muitas vezes por cima dos ombros, e nada parece ter as minhas pegadas. O passado já não faz sentido, mas o futuro é tão nublado. O melhor é sentar-me, e esperar que a vida faça comigo, aquilo que a primavera faz com a flores.

16 março 2014

Encontros e desencontros.

Era um dia chuvoso, talvez dos piores dias que o Inverno havia atravessado. Mau dia para viagens longas, mau dia para andar na estrada. Ainda assim, correndo todos os riscos e enfrentando todos os medos, ela entrou no autocarro e seguiu caminho. O destino era o amor da sua vida, que a esperava ansiosamente, do outro lado da viagem. A distância, a maldita distância fazia parte das suas vidas desde o dia em que se conheceram, e era hora de superá-la. Hora do encontro. Hora de tornar real tudo aquilo que haviam idealizado, nas inúmeras horas em que partilharam sonhos e desejos, entre conversas e sorrisos. É engraçado como duas pessoas podem apaixonar-se uma pela outra, sem nunca se ter tocado. Ao mesmo tempo assustador, pensar que pode tudo ser uma pequena partida do coração, uma ilusão causada por carinhos e afectos.
Mesmo com todos os receios, combinaram o encontro. O relógio soava as cinco e meia da tarde, e heis que ela chega, e o avista ao longe. Ao aproximar-se, todo o seu corpo tremia, estava histérica e ria.. ria como uma perdida. Eram nervos. Era insegurança. Era medo - ele era tudo o que ela queria, e que temia perder. - Já ele parecia calmo, sereno. Transmitia paz ao coração dela, onde voava um bando de borboletas sempre que os seus olhos tocavam nos dela. Sentiu-se a atrapalhação de ambos, num desejo infinito de querer ligar os corações, através de um abraço. E sentiu-se a vontade de estar junto, no conforto um do outro para sempre. Que turbilhão de emoções atravessavam aqueles dois corpos, naquela tarde de sexta-feira. Não havia duvida, era amor. Era mágico. Apaixonante. Ela estava surpreendida com a espontaneidade dele, e olhava-o como um super herói, um super-homem protector, que a fazia voar cada vez que sorria. Nunca tinha admirado tanto alguém, como o admirava, mesmo com todo o jeito desajeitado que ele tinha para o amor, ela só queria fazer-lhe bem. Só queria amá-lo com todos os defeitos que ele pudesse ter. Ela só queria ser a felicidade dele, e o motivo do brilho dos seus olhos. Ela só queria abraçá-lo em todas as horas de sufoco, e dar-lhe a mão cada vez que ele tropeçasse. Ela queria ser para ele, tudo o que ele era para ela. Mas não conseguiu. O amor dele não era tão forte assim, ou talvez a tivesse amado tanto no primeiro dia, que não restou amor para os próximos dias. E a partida foi inevitável..
Poucos dias depois, ele anunciou deixá-la. Disse que não podia continuar na vida dela, por não se sentir capaz de a fazer feliz - mal sabia ele que só a sua presença já a fazia feliz, só o olhar dele a fazia suspirar, só a mão dele nos cabelos dela, a faziam renascer. Mal sabia ele que ela o amava. - Ela tentou não o deixar partir, segurou-o e pediu que ficasse. Que a deixasse tentar. Mas ele não deixou, ele não ficou. Deu-lhe um beijo na testa, e sorriu. Ele gostava dela, mas não como ela gostava dele. E partiu.

Até um dia, meu amor.

14 março 2014

“Ela se isola e diz que não precisa das pessoas, mas todas as noites, antes de dormir, chora por se sentir sozinha. Seria cómico, se não fosse trágico.”
As noites são uma tortura, para um coração magoado.

09 março 2014

Faz falta ser a falta de alguém..

07 março 2014

De todos os vazios, o que mais custa é não ter ninguém a quem desejar boa noite, nem ninguém para nos acordar com um bom dia. É isto o que mais custa todos os dias, desde a tua partida: saber que vou acordar e que tu não vais estar aqui, como sempre estavas. Tenho tantas saudades tuas..

06 março 2014

Hoje voltei a escrever no velho caderno, e como sabe bem voltar a tudo o que nos liberta..

04 março 2014

Partidas.

Eu já devia estar à espera das partidas. Já devia ter-me habituado a que as pessoas desistam de mim. Já não devia doer. Um coração bom nunca é levado a sério,  mas nós acreditamos sempre. Uma e outra vez. E mais outra e outra. Pensamos que desta será diferente, desta será a sério. Desta parece a sério. Mas não é, nunca é. Nunca imaginamos que alguém tenha a coragem de nos fazer apaixonar, para no minuto a seguir ir embora. Mas vai. Sempre vai..

03 março 2014

Lembrem-me disto!

Por favor, lembrem-me de nunca mais voltar a acreditar em ninguém. Lembrem-me que nem todos os corações são bons, e que nem toda a gente consegue sentir o mesmo que nós. Lembrem-me também para nunca fazer nada por ninguém, nunca pensar com o coração e nunca me atirar de cabeça, antes de ganhar certezas. Lembrem-me, que nem tudo o que parece é, e que quando menos esperamos, nos tiram o tapete debaixo dos pés. Por favor, lembrem-me..

02 março 2014

O grande problema é mergulharmos fundo em amores rasos.

as voltas da vida.

A vida dá tantas voltas, e eu depois da esperança de uma mudança, dou por mim sempre caída e pisada, no meio do chão. A multidão passa e não me vê. Tropeçam, e nem olham para trás. A nossa sociedade é isto, fazer os outros se sentirem mal, para se sentirem melhores.

01 março 2014

é hora de voltar..

Voltar aqui, e reler o passado faz-me tanta confusão. Já nada se encontra como eu deixei. Esta casa tem pó, teias de aranha, quadros caídos no chão e memórias que deviam ser esquecidas. No entanto, esta foi a minha casa durante anos. Estas páginas viram tantas lágrimas, tantos suspiros, tanta dor e tantos sorrisos, que acho que está na altura de abrir as janelas, e deixá-la respirar. Pintar as paredes e tirar os móveis do sitio! Acho que está na hora de voltar.