31 agosto 2014

Goodbye August!

Nem acredito que hoje acaba Agosto e que o Verão já está a dar as ultimas. Como é possível a vida passar e nós nem dar-mos por ela? Como é possível dois meses terem passado sem eu sentir o cheiro do Verão. Digamos também que o verão este ano, no meu Algarve, foi estranho, que os dias foram frios e a água do mar esteve demasiadas vezes gelada, mas ó, não é possível que tudo esteja no fim. O verão deveria ser infinito e a vida demorar mais tempo a passar. Talvez estejamos sempre demasiado ocupados e quando damos conta já tudo passou. Não acho justo. Quero mais tempo, dêem-me mais tempo, por favor!
Domingo combina com amor. O teu amor.
E ter-te de novo trouxe todos os meus sorrisos de volta. Obrigada meu amor!

28 agosto 2014

Vem rápido

Estou à tua espera. Há dias que te espero, que conto os minutos e os segundos para te receber de novo. Há dias que olho o céu, que finto as estrelas e anseio o amanhecer, como se o Sol te trouxesse com ele, como se o calor dos dias fosse o calor do teu corpo. Mas não. Claro que não. Como posso ser tão tonta? Nada se aproxima àquilo que tu me fazes sentir, nenhuma qualquer presença se assemelha à tua presença. Esta falta de ti mata, e eu já não aguento ter-te a tantos quilómetros de mim. Que esta espera acabe rápido, meu amor, e eu te possa abraçar. Que esta saudade diminua e eu possa voltar a adormecer com o teu coração junto ao meu..

26 agosto 2014

O nosso amor ainda é pequenino. Ainda é inseguro e cheio de medos, ainda teme todas as ameaças, ainda receia todos os tremores. Ainda há pouco começou a caminhar, será normal as primeiras quedas. Desejo-nos coragem para enfrentar o futuro, com o tempo tudo será mais bonito. Mais forte. Coragem, meu amor.

18 agosto 2014

Habituei-me a amar sozinha.
Lembro-me dos dias em que me olhavas com ternura. Os dias em que te sentavas comigo na porta do prédio e me perguntavas se eu ia ser sempre "assim", não sei bem o que querias dizer com o teu "assim" mas afirmava-te que sim. Aquilo era eu, a mistura doce de menina-mulher, de olhos brilhantes e sorriso nos lábios. A eterna princesa, como tu docemente me tratavas, e que desejavas abraçar para sempre. A menina por quem te apaixonaste e que hoje parece ter desaparecido.. Não desapareceu, mas transformou-se. Transformaste-a, e só tu podes trazê-la de volta. Também eu tenho tantas saudades dela..

17 agosto 2014

"O que não escrevi está chorando em mim." 
Tive tanto medo de não conseguir voltar. Tanto.. Que alivio.

Amar-te já foi tão mais fácil.
Talvez tu até sejas tudo aquilo que eu sempre sonhei ter a meu lado, mas não estou nada habituada a que se preocupem tanto comigo, e queiram tanto saber da minha vida. Normalmente as pessoas nunca se importam, nunca se lembram, e tu simplesmente nunca te esqueces.. talvez eu só tenha da me habituar a ti, e a tudo o que nunca tive.

Selfish love

Já sou uma menina licenciada, e antes de conseguir encontrar trabalho na minha área, este podia ser o melhor verão de sempre, com as melhores pessoas de sempre.. no entanto não. Sinto-me uma prisioneira. E o engraçado é que em 23 anos de existência nunca havia sentido tal sensação. Nunca vivi com muitas regras, nunca me foi dito o que podia ou não fazer. Os meus pais sempre depositaram toda a confiança do mundo em mim, e eu sempre consegui ser responsável a ponto de nunca os desiludir. Hoje em dia, deixei de ter facebook, deixei de estar com as pessoas que mais gosto, deixei a minha máquina fotográfica de lado, o iphone com o wi-fi desligado, os cadernos e lápis encostados, e a escrita tornou-se impossível de realizar. Tenho olhos postos em tudo o que faço quase 24 horas por dia, e não imaginam como isto é sofocante para alguém que sempre se sentiu mais livre que um passarinho. É como se me tivessem cortado as asas, e que todos os meus hobbies tivessem deixado de fazer sentido. Choro horas seguidas com esta dor no peito, tentando explicar todas as razões porque me sinto tão triste, tão destruída, mas sem qualquer compreensão. Sem espaço. Sem privacidade. E revoltada. Muito revoltada com tudo o que me estou a tornar. Como pode o amor ser tão egoísta a ponto de nos impedir de viver? 

03 agosto 2014

De volta à nuvem

Voltamos sempre ao sítio onde nos esperam, e cá estou eu, de volta ao meu mundinho.