29 julho 2015

Está na altura de renascer.

28 julho 2015

Nunca imaginei ter de voltar a enfrentar o mundo sem ti. Habituas te me tanto a ti. Voavas comigo, guiavas os meus passos. Mergulhávamos juntos nos abismos mais altos da vida. Do amor. E eu só conseguia tudo porque te tinha comigo. Davas me a mão, davas me força e coragem para enfrentar o mundo. Para saltar dos penhascos mais escorregadios. Pegavas me ao colo como se tivesses medo que me magoasse. Cuidavas bem demais de mim. E agora, agora não sei cuidar-me mais, sem ti. Não sei não ter medo. Não sei mais voar. Levaste-me as asas de anjo que me emprestaste e agora sou só um corpo nu. Vazio. Sem amor. Sem cor. Sem calor. Perdi-me quando te perdi.

27 julho 2015

Estou com um número de visualizações de França, no blogue, um bocado assustador. Tenho um stalker! 

26 julho 2015

Hoje foi um bom dia. Finalmente, um bom dia..

24 julho 2015

Oh, gostava.

Gostava de ser a tua saudade, a tua vontade. O teu amanhecer e o teu deitar. O teu brilhar, o teu sorrir. Gostava de ser tudo o que te penetra a alma e o teu mais infinito desejo. Gostava de ser tudo aquilo que me és. Mais que uma lembrança, mais que um tempo esgotado. Mais que tudo e qualquer coisa.

23 julho 2015

E de repente percebes que tudo se destruiu. Que o mundo à tua volta desabou e que não tens alicerces para reconstruir nada. De repente, percebes que perdeste o chão. E que estás afundada num buraco, tão fundo, tão escuro, tão assustador. De repente, já não resta nada.
Ultimamente, toda a gente decide ir embora da minha vida. Esquecem-se. Afastam-se. Ou simplesmente desistem de mim. Estou cansada de partidas. Estou cansada de ficar partida.

22 julho 2015

Ainda não consegui tirar as tuas fotografias da parede, nem as tuas coisas do sítio onde as deixaste. Não consigo imaginar o meu quarto, a minha vida, ainda mais vazia do que já está.
São 3h da manhã, e o coração dói.

21 julho 2015

quesejasmuitofeliz, stupid.

Pessoas. Pessoas boas. Acho que já não existem. Agora é tudo monstros e seres diabólicos. Já ninguém cumpre os seus valores, já ninguém fica na vida de alguém só porque sim, sem nenhuma razão adjacente. Sem nenhum interesse. Agora, todos passam por cima de todos com a intenção de atingir qualquer coisa, uma suposta felicidade que não existe. Nunca existirá. Magoam os outros por proveito próprio, e chutam para canto quando já não lhes serve. Ironias. Eras das pessoas mais importantes na minha vida. 

Conselhos.

Nunca digam: "desta água não beberei", é um conselho. Podem vir a desiludir alguém.

19 julho 2015

Foco no foco.

Ando focada. Embora pouco saia de casa, entre estas quatro paredes lindas que fazem a minha nuvem (o meu quarto) procuro fazer coisas que me levem a alma para outro lugar. Comprei 3 livros novos, e faço exercício todos os dias. Assim fico culta por dentro, e por fora! ahaha, ou então não!

18 julho 2015

Grrr.

Estou há horas a tentar arranjar uma solução para fugir daqui. Sem sucesso.
Talvez tu até guardes um orgulho especial por mim, e pela forma doce como eu te amo. E talvez por isso, ou por outra qualquer razão, também tu tenhas tanto medo de me perder.

Mariquinhas.

Medo. Esse gênio da lâmpada que se apodera de nós, seres humanos estupidos e mariquinhas, e nos bloqueia os sentidos. Eu vivo dele. Transpiro dele. Morro dele. E agora, o meu maior medo é perder-te. É pensar que a vida pode ser tão cruel a ponto de não voltar a cruzar os nossos caminhos. Medo que a tua felicidade resida noutro sítio que não seja o meu abraço. Medo. Medo. Tanto medo. Ainda mais medo que isso tudo aconteça e eu continue bloqueada no tempo, no teu amor, a ver a vida a passar-me ao lado.

16 julho 2015

Sobre a solidão.. É muito mais que estar só, é muito mais que se sentir só.
Ele dorme. E enquanto ele dorme, eu sonho com ele. Sonho com o quão bom era vê-lo dormir. Poder vê-lo dormir. Todos os dias.

- Tenho tantas saudades tuas.

15 julho 2015

Apercebi-me com toda a minha existência que não sou de pontos finais, funciono à base de virgulas e reticencias e infinitos.. De coração magoado mas que só sabe amar. Para sempre.

14 julho 2015

Sabes?! Vou embora. Da tua vida e da minha, embora. Do país, do mundo. Do que resta. Vou embora e pronto. Sozinha. Sem nada, sem bagagem, sem ninguém. E logo tu que nunca gostaste de me deixar só, agora deixaste. Deixaste me sem ti, sozinha, no meio da minha confusão, dos meus medos, da minha solidão. Deixaste me só, como prometeste nunca deixar. Mas deixaste. E cá estou eu, rodeada de cacos partidos. E se for embora é porque me deixaste mesmo ir. E se for embora é porque não gritaste o meu nome nem me puxaste para ti. Se for embora é porque me deixaste morrer em ti. E em mim.

13 julho 2015

Ele: Porque é que esses olhinhos ainda brilham?
Ela: Porque te amam.

Amar-te.

Amar-te nunca foi fácil, maltrata todas as minhas células. Mas perder-te, essa é a pior das dores. Faz-me perder o equilíbrio. O meu porto de abrigo, não muito seguro, mas o melhor sítio do mundo. Amar-te é mais ou menos como andar de avião. Como voar. Temos um medo terrível de cair, mas é a melhor sensação do mundo.

12 julho 2015

Agora que sou mais eu, mais "só de mim", temo que volte a passar aqui muito tempo. Não se assustem com a minha depressive life.

E ficamos assim.

Há amores que foram feitos para existir, e não para acontecer. E o nosso é um deles. O eterno amor impossível. Que todos odeiam. Que todos batalham contra. Que todos querem destruir e separar. E mesmo sendo amor, e podendo aguentar tudo, não aguenta. Demasiados contras para tão poucos prós. E ficamos assim, parados no infinito, em espera que a vida mude. Nos junte. Ou nos separe, para sempre.