Não sei se algum dia me amaste. Se foste louco por mim, se sonhaste noites infinitas comigo e se bebeste para me esquecer. Não sei se todas as outras são um escape que usas à minha ausência ou à falta de um amor verdadeiro ao teu lado. Não sei. Não acredito que as ames, mas também não sei se algum dia me amaste. Se fui real para ti. Se fui o teu sol de todas as manhãs ou apenas uma nuvem chata e passageira. Não sei. Não sei nada de ti. Nunca me provaste nada. Muito menos amor. Adorava saber. Todas as verdades do que vivemos e todas as mentiras que ainda vives. Todas as loucuras que desejas, todos os planos com que te deitas. Comigo já não acordas, de mim já não te lembras. Se tiveres coragem, diz me tudo o que nunca disseste, tudo o que queres e deves dizer. Tudo o que já não sentes, tudo o que quiseres sentir. Diz-me, pela última vez. Eu preciso que digas. Eu preciso seguir, como tu fizeste.
21 setembro 2015
18 setembro 2015
Damn!
Já se passaram dois meses. Dois longos e dolorosos meses. Era suposto já não doer, a saudade já ter voado, e eu já não te lembrar a cada minuto de vida. Mas é tudo ao contrário. Cada dia é mais sufocante que o anterior. Cada noite mais sombria e fria, cheia de lembranças tuas em todo o ar que respiro. Quem disse que o tempo faz esquecer, esqueceu-se que a saudade faz lembrar.
06 setembro 2015
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