23 julho 2016

Só de ti, sem ti.

E agora é a altura em que começo a escrever-te baixinho, em que deixo o amor pousar só no meu peito e que imagino para sempre que ainda aqui estás, todos os dias. Como sempre estavas e sempre estiveste. No meu bom dia, no meu abraço, no meu sorriso, nos meus olhos brilhantes, nas minhas gargalhadas, no meu acordar e sempre que o dia adormecia. Tu estavas lá, e cá.. na minha felicidade, na minha vida e em todo o lado. Sempre fui de sonhos, de coisas irreais, de histórias de final feliz, de desejos infinitos e que acabam sempre por não se realizar.. e tu, tu que foste o mais bonito dos sonhos, e tu que não acreditavas em impossíveis, acabaste por te tornar num. E eu, eu acabei por aceitar o teu impossível, por te deixar ser tudo o que querias ser, por deixar-te partir, sem volta. Sem ter como te agarrar, sem ter maneira de te puxar para mim. Não sei até quando aguentarei viver assim, mas por agora, é só aqui que quero ficar. Só assim. Só de mim. Só de ti, sem ti. Amo-te.

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